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O tamanho do problema que está sendo criado para as Novas Gerações e, consequentemente, para o mundo

O último TED Talks do prof. Scott Galloway trouse números bem impactantes relacionados às novas gerações. Muitas matérias e especialistas já vinham levantando temas relevantes a respeito delas: ser a geração do “Nem Nem” (nem estuda, nem trabalha), de demorar muito mais para sair da casa dos pais ou os levar até para entrevista de emprego, de não quererem trabalhar tanto (será que viram os pais tendo burnout?), de ser a geração do cancelamento digital, entre outras questões.

Só que a pergunta de ouro é: quem criou e está criando o ambiente para essas novas gerações?

Aqui estão alguns dados mostrados por Galloway (lembrando que são dos EUA, mas também refletem outros países:

> Pela primeira vez, uma geração está prosperando menos que as anteriores;

> Há uma clara transferência de renda – aumentando para pessoas mais velhas e caindo drasticamente para população mais jovem;

> Enorme aumento de automutilação entre jovens de 10-14 anos;

> Grande crescimento na % de adolescentes em depressão;

> Ampliação no número de pessoas entre 18-30 anos sem nenhuma relação sexual no último ano inteiro;

> Crescimento de crianças de 0-4 anos mortas por armas de fogo (mais que o número de policiais!);

> Evolução dos índices de obesidade entre 2-19 anos;

> E expansão de mortes por overdose entre 15-24 anos.

Ele ainda comenta que caiu em mais da metade a vontade de ter filhos entre pessoas de 30-34 anos (de 60% para 27%), caíram os gastos públicos com o cuidado infantil e houve um grande aumento de jovens até 18 anos que estão abaixo da linha da pobreza. Também aumentou muito o custo de vida nesse período (incluindo educação e moradia), salário mínimo não ficou nem perto de acompanhar e caiu a renda entre jovens, além de ter baixado o número de admissões em universidades, que cada vez mais investem nos 10% mais ricos e abastados.

São vários outros pontos interessantes abordados (como, ao mesmo tempo, o aumento do lucro das grandes empresas e rentabilidade de ações). Mas destaco um outro: o ESTRAGO que o

Celular e, em especial, as Redes Sociais e seus algoritmos fazem na saúde mental e na vida desses jovens. E, nesse sentido, o poder sobre essas novas gerações está em pouquíssimas mãos (big techs). É estarrecedor.

É hora de refletir de verdade sobre algumas atitudes urgentes que estado, empresas e as pessoas precisam tomar e sobre o mundo que estamos criando. Em breve a GenZ será a maior geração ativa e eles é que estarão criando seus (poucos) filhos. Que futuro estamos desenhando para eles?